30 de set de 2009

Mate Amargo


Desenhei cantarolando Ramilonga. Morei os primeiros anos dos 80 na Mariante e por diversas vezes o Vitor Ramil e eu (sempre com enormes pastas de desenho sob o braço) cruzávamo-nos nas calçadas do Rio Branco e/ou do Bom Fim, cumprimentávamo-nos, sem nunca termos sido apresentados, e eu sem saber que ele era o gênio brilhante que já compunha obras como esta, mas eu sentia afinidade com aquela figura que hoje eu sei, traduzia a poesia daquelas calçadas.

2 comentários:

Ninha disse...

podes matar um pouco a saudade:
São Paulo
24 de outubro, 21h
Itaú Cultural
Participação especial de Vitor Ramil no show de Estrela Leminski em homenagem a Paulo Leminski.
Ah e vem disco novo por aí...
bjs

Ramires disse...

Obaa!! Grande dica Ninha :-)))